O auxílio-doença é um benefício previdenciário pago pelo INSS ao trabalhador que fica temporariamente incapaz de exercer suas atividades profissionais por mais de 15 dias consecutivos, devido a uma doença ou acidente.

Esse benefício não é uma “ajuda” ou esmola; é um seguro pelo qual você pagou através das suas contribuições mensais.

Ele serve para substituir o seu salário enquanto você cuida da sua saúde e se recupera para voltar ao mercado de trabalho com segurança e dignidade.

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Infelizmente, o INSS realiza perícias médicas automáticas, frias e muito rápidas. É comum que trabalhadores que mal conseguem se movimentar saiam da agência com o pedido negado. Os motivos mais comuns para a negativa são:
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Laudos Médicos Incompletos:

Apresentar atestados que possuem apenas o nome da doença e o número do CID, sem explicar o impacto real da dor no seu dia a dia de trabalho.

Erro na Avaliação do Perito:

O perito do INSS muitas vezes ignora a rotina pesada do trabalhador (como o esforço físico exigido no polo metalúrgico) e julga que a pessoa está "apta" baseando-se apenas em um exame rápido de 5 minutos.

Falta de Nexo Causal:

Quando o INSS se recusa a reconhecer que a sua doença foi causada ou agravada pelo esforço e rotina pesada do seu emprego atual (o que retira o seu direito à estabilidade acidentária).

No Limbo Previdenciário:

O Que Fazer Quando o INSS Dá Alta, Mas a Empresa Recusa Seu Retorno?

O “limbo previdenciário” é uma das situações mais desesperadoras e injustas para o trabalhador. Ele acontece quando o perito do INSS diz que você está curado e corta o seu auxílio-doença, mas, ao passar pelo médico do trabalho da empresa, este afirma que você continua doente e não pode trabalhar.

O resultado? Você fica sem o benefício do INSS e sem o salário da empresa, completamente sem renda. Saiba que você não pode ficar desamparado. A lei determina que a responsabilidade pelo seu sustento após a alta do INSS é da empresa. Nós atuamos de forma rápida e estratégica para notificar o empregador, reverter a alta indevida na Justiça e garantir que você volte a receber o que lhe é de direito, cobrando os salários atrasados desse período de espera.

Ir para uma perícia ou tentar recorrer de um corte sozinho pode prorrogar o seu sofrimento por meses. Ao contratar um advogado auxílio-doença do nosso escritório, nós assumimos toda a pressão burocrática por você:

  • Auditoria de Laudos: Analisamos e estruturamos os seus relatórios médicos para que eles comprovem exatamente a sua incapacidade profissional.
  • Ação Judicial Direta: Se o INSS negou o seu direito administrativo, entramos com um processo na Justiça Federal. Lá, você passará por uma nova perícia com um médico especialista independente nomeado pelo juiz, longe da pressão do INSS.
  • Garantia de Direitos Trabalhistas: Se a sua doença começou nas fábricas ou fundições, garantimos que o seu benefício seja registrado na modalidade acidentária, forçando o depósito do seu FGTS e garantindo 12 meses de estabilidade no emprego.
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COMO FUNCIONA O NOSSO ATENDIMENTO

Nosso Atendimento: Sem Filas, Próximo e Feito de Forma Segura

Entendemos que quem está doente precisa de repouso, acolhimento e agilidade, não de burocracia.
Advogado Previdenciário trabalhista em Caxias do Sul | Mello & Fogaça

1 - Primeiro Contato Ágil:

Você clica no botão do WhatsApp e conversa diretamente com a nossa equipe. Sem secretárias eletrônicas confusas.

2 - Análise Detalhada do Caso:

Entendemos a sua urgência, avaliamos seus documentos e explicamos seus direitos em uma linguagem simples, sem termos jurídicos complicados.

3 - Atuação Digital ou Presencial:

Você está em Caxias do Sul? Podemos te receber. Mora em outra região do Brasil? Nosso atendimento é 100% digital, seguro e validado por centenas de clientes em todo o país.

4 - Acompanhamento Próximo:

Você não fica no escuro. Nossa equipe te atualiza sobre cada passo do processo até a conquista do seu direito.

Quem é o Mello & Fogaça Advocacia

O escritório Mello & Fogaça Advocacia é uma referência nacional na defesa dos direitos dos trabalhadores e segurados do INSS. Com mais de 11.000 pessoas atendidas e orgulhosamente avaliado com 5 Estrelas no Google, nascemos com a missão de transformar o atendimento jurídico em uma experiência humana, transparente e focada em resultados reais.

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DEPOIMENTOS

O Que Dizem Quem Já Conquistou Seus Direitos Conosco

Principais Dúvidas Sobre o Auxílio-Acidente

Sofri um acidente, melhorei e voltei a trabalhar, mas fiquei com sequelas. Tenho direito ao Auxílio-Acidente?
O Auxílio-Acidente é um benefício de natureza indenizatória pago pelo INSS. Ele é voltado exatamente para o trabalhador que sofreu qualquer tipo de acidente (de trabalho ou comum) ou que desenvolveu uma doença ocupacional e, após a recuperação, ficou com sequelas permanentes que reduziram a sua capacidade de exercer a profissão.
Posso receber o Auxílio-Acidente e continuar trabalhando com carteira assinada ao mesmo tempo?

Com certeza. Essa é a maior vantagem desse benefício. Como ele possui caráter de indenização (para compensar o esforço maior que você faz devido à sequela), a lei permite que você continue trabalhando normalmente na empresa, recebendo o seu salário integral e o Auxílio-Acidente do INSS juntos na sua conta todo mês. O benefício só cessa quando você se aposentar de forma definitiva.

O INSS corta o Auxílio-Acidente se eu for demitido da empresa?
Não. A demissão sem justa causa ou a saída voluntária da empresa não retiram o seu direito de continuar recebendo o Auxílio-Acidente. O benefício permanece ativo mesmo que você fique desempregado ou que mude de emprego e passe a trabalhar em outra função ou profissão.
Quem nunca teve registro em carteira (autônomo ou contribuinte individual) pode receber o Auxílio-Acidente?

Infelizmente, a lei atual não concede o direito ao Auxílio-Acidente para o contribuinte individual (autônomo) e para o contribuinte facultativo. Esse benefício é um direito garantido apenas para o trabalhador de carteira assinada (empregado urbano ou rural), para o trabalhador avulso e para o segurado especial (como o pequeno produtor rural).

Tive uma sequela muito leve (como a perda de um movimento parcial de um dedo). O INSS pode negar o Auxílio-Acidente por ser considerado "leve"?

O INSS costuma negar administrativamente alegando que a perda é insignificante, mas os Tribunais e a Justiça já pacificaram o entendimento de que o grau da sequela não importa. Se a lesão gerou qualquer nível de redução de capacidade profissional, mesmo que seja mínimo ou leve, o trabalhador tem o direito garantido de receber a indenização mensal do Auxílio-Acidente. Nós buscamos esse direito revertendo o erro do INSS judicialmente.

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